sábado, 14 de outubro de 2017

“Essa gente incômoda”, graças a Deus!



Dia 7 de outubro de 2017. Acabei de ler o artigo de J. R. Guzzo, revista Veja, site: http://veja.abril.com.br/revista-veja/essa-gente-incomoda/. Neste artigo, o jornalista chama os evangélicos de “gente incômoda”, de acordo com a opinião das “classes mais altas”, “as mais civilizadas”. Na sua ignorância, essas classes não sabem que os evangélicos têm de incomodar mesmo. Não é incomodar para aparecer ou por ser desqualificado para viver na atual sociedade, mas é incomodar por defender o evangelho bíblico, a mensagem da Palavra de Deus. A Bíblia esclarece isso: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2 Timóteo 3:12). Esse incômodo existente nas classes citadas acontece quando os evangélicos querem defender a vontade de Deus, os princípios bíblicos imutáveis e inegociáveis.
Guzzo, logo no início, deixa bem claro que a liberdade religiosa no Brasil é algo que causa problemas. Segundo ele, já que “nossas classes mais altas”, as “que se consideram as mais civilizadas”, não aceitam os evangélicos, só os bobos e hipócritas podem aceitar. Ele só não esclarece a quem se refere quando fala de “classes mais altas”. Será que está falando dos grandes políticos de nossa nação, esses que têm feito o Brasil virar motivo de chacota para todo o mundo? Será que ele está falando dos “grandes intelectuais de nosso tempo”? São intelectuais mesmo? Por quê? Deve ser porque são grandes pensadores, têm grandes ideias, filosofam com bastante propriedade... mas sobre vida espiritual, vida com Deus... Bem, de qualquer forma, ele não esclareceu nada, então vamos deixar isso de lado.
Continuando o artigo, Guzzo fala da insatisfação “das classes mais altas” com os evangélicos por causa de vários temas, como: sexo, educação moral e a questão do relacionamento homossexual.
Não fico admirado por ele citar essas coisas, afinal, o clima tem andado tenso nos últimos dias. Um grande Banco patrocinou uma “exposição artística” do jeito que o diabo gosta; um Museu de Arte de São Paulo colocou um homem nu deitado no chão, e uma mulher incentivou uma criança a chegar perto do homem e tocá-lo; a televisão já decidiu, especialmente através das novelas, que devemos aceitar a ideologia de gênero, que isso é algo natural... Mas Deus não pensa dessa forma:“Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm” (Romanos 1.26-28). Que mundo é esse? Um mundo entregue aos próprios desejos. As pessoas perderam a noção das coisas, perderam o senso, acham que tudo está certo, que cada um pode fazer o que quiser e pronto, mas os evangélicos estão aqui para lutar contra isso e para lembrar que um dia todos compareceremos perante o tribunal divino.
O artigo demonstra que o povo realmente está incomodado com a igreja evangélica. O articulista fala dos mercenários da fé, daqueles que roubam dos fiéis. O problema é que “os intelectuais” só enxergam isso nas igrejas evangélicas. Ele chega a dizer que “há tanto joio nas igrejas evangélicas que fica difícil, muitas vezes, achar o trigo”. Na verdade, isso tem acontecido mesmo, mas não é só nas igrejas evangélicas. Isso é bíblico, não ofende de forma alguma ao conhecedor da Palavra de Deus, mas cabe ressaltar que há roubo escancarado em todas as instituições do mundo. E se quiser falar de igreja, a chamada por muitos de “igreja verdadeira” também não fica atrás. Quem acompanha as notícias tem visto os escândalos variados que estão sendo descobertos nessa instituição. Quando pegamos um livro de História, também ficamos chocados com tudo que já aconteceu na “igreja verdadeira”. Há muito joio em todas as chamadas “igrejas”, mas o trigo também está presente.
O jornalista ainda fala sobre o dízimo, demonstrando toda a ignorância do povo sobre o assunto e parte para a conclusão de seu texto. Começa falando da impaciência das “cabeças corretas” deste país ao ver o crescimento dos cultos evangélicos, mas novamente não diz quem são “as cabeças corretas”. Será por quê? Seria medo de retaliação? Não sei.
Tentando fechar com chave de ouro, deixa bem claro que o desejo “dos intelectuais” é que os evangélicos não existissem.
Se você defende a “arte incômoda”, digamos, tem de estar preparado para conviver com a “religião incômoda”. Em todo caso, para quem não gosta dessas realidades, é bom saber que os evangélicos, muito provavelmente, são um problema sem solução.
Os evangélicos não vão deixar de existir mesmo. Mas nós não somos “um problema”. Nós somos a solução para um mundo que está “no maligno” e por isso não pode perceber, distorcendo os fatos.
Deus quer os evangélicos neste mundo como embaixadores do Seu Reino e defensores da mensagem bíblica, a Palavra de Deus. O problema é que viver dessa forma deixa o povo “transtornado”, “alvoroçado”, “incomodado”: “E, não os achando, trouxeram Jasom e alguns irmãos à presença dos magistrados da cidade, clamando: Estes que têm alvoroçado o mundo, chegaram também aqui” (Atos 17:6).
Bem, sou evangélico e fico feliz por fazer parte daqueles que estão lutando contra tudo aquilo que desagrada ao Senhor. Faço parte dessa “gente incômoda”, graças a Deus!

Wanderson Miranda de Almeida.

sábado, 30 de setembro de 2017

Como é bom viver em família!



            Sábado, 23 de setembro de 2017, foi dia de ir a São Pedro da Aldeia, Rj. Foi um fim de semana bem diferente. Fui no meu carrinho, junto com meu irmão mais novo, minha cunhada e meus dois sobrinhos. Mas ainda tinha mais gente. Em um táxi, foram meu pai, minha mãe, minha avó e uma de minhas tias.
            Sinceramente, fico meio desanimado quando penso no tempo que terei que passar na estrada, mas depois de chegar lá, esqueço-me desse detalhe.
            Bem, quatro horas na estrada e enfim, Arraial do Cabo. Que beleza! Fomos avisados de que deveríamos ir a Arraial do Cabo primeiro. Por mim, tudo bem, já que é tudo pertinho mesmo.
            O fim de semana seria especial: casamento de um primo. Sabendo que o casamento seria no domingo, ao chegar a casa da prima, queria mesmo era encher minha barriga. O rango foi apetitoso e restaurou nossa energia. Além disso, estar com os parentes é muito bom. Sempre é uma festa quando a galera se junta, mas nem todos tinham chegado ainda.
            Depois de estar com a barriga cheia, pude receber meu irmão mais velho, meu sobrinho mais velho e minha outra cunhada, todos do Rio de Janeiro. Mais pessoas, mais conversa, mais risada e... algumas coisas para fazer. No meu caso, já estava pensando nas músicas que tocaríamos no casamento. Cada instrumentista era de um lugar e agora, todos estariam juntos para um ensaio, é mole?
            O dia foi passando e cada um ajudava no que podia ou quando era solicitado a fazer algo. Correria de casamento. Nossa família sempre se encontra “na correria”, mas quando junta toda a galera é uma “farra” só! Vale a pena cada minuto!
            A noite foi bem cansativa. Era o dia do único ensaio. Para melhorar a situação, ensaiamos com o baterista que não tocaria no casamento e eu usei um teclado que não era o que eu havia ensaiado em casa e nem seria o usado no casório também. O noivo, meu primo, faz essas coisas acontecerem - rs. Ainda me esqueci de dizer que erramos o caminho da Igreja na qual seria o ensaio, mas prefiro não comentar – rs.
            Voltamos ao “quartel general”, casa dos meus tios, em São Pedro. Hora de tentar descansar para o casório no dia seguinte, às onze da manhã. Fui me deitar por volta de uma hora da madrugada e acordei às seis, mas fiquei quietinho, não falei nada. Quer dizer, pedi para que fizessem silêncio para eu tentar dormir mais, mas não adiantou e para melhorar, não demorou para que chegasse a tropa que faltava. Mais parentes, diretamente do Rio. Uma “maluca” já chegou querendo saber quem estava escondido debaixo do lençol, na sala. Perguntou: “É Wanderson que está aqui?”.  Ao ser informada que sim, puxou lençol, travesseiro, tudo que tinha direito. Só não me puxou pelos cabelos por me faltarem alguns fios em locais estratégicos – rs.
            Levantei-me com um ânimo daqueles, olhos sujos, alguns fios de cabelo em pé e fazer o quê? Tive que entrar na “farra”! Amo essa família de gente bagunceira!
            Os preparativos continuavam, os cabelos eram espichados – rs -, e cada um procurava se arrumar, tomar banho... O tempo estava passando. Casa cheia, muitos risos, mas ninguém queria perder o horário, afinal de contas, o casamento desse primo seria um fato histórico. Querem saber por quê? Não vou dizer, é melhor não - rs.
            Meu carro começou a vazar água. Cada coisa! Não dava para me preocupar muito com isso e foi o que tentei fazer. Enchi o reservatório até a boca e fomos à “missão casamento”.
            Hora do casamento. Tudo lindo! Conheci o teclado que eu tocaria, mas nem me apresentei. Acho que ele nem se importou - rs. Começou a cerimônia. Foi uma celebração bem objetiva. Por incrível que pareça, as músicas ficaram boas.
            A cerimônia também foi muito bonita. Apesar da objetividade, não faltou emoção. Cada primo que casa faz os outros chorarem, é incrível! Yes, mais um primo casado!
            Partimos para o local da festa, da recepção. Ambiente mais descontraído. Cada minuto muito bem aproveitado com os parentes. Muita brincadeira, muita bobeira, muitas fotos – até tirei uma foto com três primas que eu não conhecia muito bem e uma selfie com os noivos, claro -, muitos risos, muitas histórias e na hora da despedida, muita saudade.
            Hora de pegar o caminho de volta para a casa. O fim de semana foi rápido, cansativo, mas foi muito bom estar com essa família linda de novo. Quero mais um fim de semana como esse! Deus criou essa instituição e não foi à toa. Como é bom viver em família!

Wanderson Miranda de Almeida

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Deus não deixou de curar e fazer milagres



Deus não deixou de curar e fazer milagres



Recebi um link de um vídeo onde mostrava um irmão orando por várias pessoas e aquelas pessoas sendo curadas das suas enfermidades. Bem, eu sabia que o irmão que me enviou queria que eu comentasse alguma coisa e eu comentei:

            - Não posso dizer que é mentira! – foi meu comentário.

            O irmão não concordou comigo e começamos a “debater” sobre curas no nosso tempo.

            Sinceramente, não estou aqui para defender denominação, mas sim a Bíblia. E de acordo com a Bíblia, não vejo motivos para duvidar de que Deus continua curando e fazendo milagres no nosso tempo. Não, não sou daqueles que entendem que essas coisas só foram nos tempos bíblicos. Aliás, qual é a base para essa afirmação? “Foi coisa dos tempos apostólicos...”, “Foi só naquele tempo para as pessoas acreditarem em Jesus e em seus seguidores...”, “Há muita gente ganhando dinheiro com falsos milagres...”... Ai, ai! Sobre as duas primeiras afirmações: Teologia podre! Não vou falar nada além disso! Sobre a última: É uma afirmação verdadeira, mas isso não quer dizer que Deus ainda não faça milagres no nosso tempo. Você conhece alguém que ouviu dos médicos que não tinha jeito, mas a pessoa está aí hoje com mais saúde que você? Pois é! Diga para ela que Deus não cura! Você tem coragem?

            Outra questão levantada foi a seguinte: Quando Deus cura? Certamente não é quando eu quero, mas quando Ele quer. E se é quando Ele quer, tenho que tomar muito cuidado ao apontar as curas que são mostradas pela mídia e dizer: “Isso é mentira!”. Como vou saber se é mentira? Deus me revelou? Se não, é melhor eu ficar quieto. Deixe Deus trabalhar, irmão!

            Quando leio minha Bíblia e medito sobre todas aquelas histórias verdadeiras que ali estão, penso o seguinte: Deus abriu o mar para Moisés passar com os hebreus, se Ele quiser, abrirá o mar para mim também. Deus fez Davi derrubar um gigante, se Ele quiser, eu também derrubarei os gigantes através dEle. Deus derrubará as “Muralhas de Jericó” que estiverem no meu caminho, desde que Ele entenda que precise fazer isso. Deus me fará andar sobre o mar, se Ele achar necessário. Deus mandará um exército de anjos para me proteger se assim for a vontade dEle. Estou falando de Bíblia.

            Sabe de uma coisa? Se estou vivo, com meus quarenta aninhos e tenho conseguido “vencer o mundo”, isso já é prova suficiente de que Deus ainda cura e faz milagres. Não tem feito na sua vida? Na minha, tem! Não só na minha, mas na vida de pessoas que estão a meu redor também. Deus não deixou de curar e fazer milagres. Pense sobre isso!



Wanderson Miranda de Almeida
Escritor e membro da Igreja Batista Betel de Italva.
www.wandersonmiranda.com

domingo, 21 de maio de 2017

Deus condena o relacionamento homossexual



Eis um assunto do momento, sem dúvidas: o relacionamento homossexual. Muito tem se falado a respeito, mas as abordagens feitas, especialmente pela mídia, em sua maioria, são abordagens tendenciosas, como uma reportagem feita, na qual aparecia apenas um profissional falando sobre o assunto e atendendo a mensagem que a emissora queria transmitir: a mensagem de que temos de aceitar as diferenças, de que temos que respeitar a decisão de cada um, de que quem não aceita essas diferenças é preconceituoso, quadrado, fundamentalista...
Embora a mídia esteja forçando a barra para que a sociedade aceite o relacionamento homossexual como algo normal, natural..., Deus não vê dessa forma. O homem quer provar, por meio “do conhecimento humano”, que o relacionamento homossexual é algo comum, mas segundo Deus, não é. Deus, o Criador, condena essa prática e a origem disso, na verdade, não tem a ver com condição psicológica ou fatores genéticos. Os “profissionais” estão tentando entender as causas, mas não reconhecem a origem da questão.
Querido, um dia Deus criou o homem e a mulher e disse que eles seriam um para o outro. Deus fez o homem para se relacionar com a mulher e a mulher para se relacionar com o homem, isso é bem claro: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra” (Gênesis 1:27,28). Ainda: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gênesis 2:24).
 Não há nada na Bíblia que nos dê margem para acreditar que Deus, um dia, aceitaria a união de homem com homem e de mulher com mulher. A diferença entre o corpo do homem e da mulher demonstra a vontade do Senhor. O corpo de um complementa o corpo do outro, só assim podendo acontecer a geração de uma nova vida.
Alguém veio questionar comigo, dizendo que Jesus nunca havia falado sobre isso, que isso é coisa do Antigo Testamento. Jesus falou sobre a união do homem e da mulher, sim. Aliás, Ele citou o texto do Antigo Testamento: “Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne” (Marcos 10:6-8), significando que Deus continuava com a mesma ideia: relacionamento sexual é entre pessoas de sexos diferentes, homem com mulher e mulher com homem. O apóstolo Paulo também disse: “Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne” (Efésios 5:31).
Deus condena o relacionamento homossexual e a Bíblia é bem clara sobre isso. Segundo as Escrituras, Deus entregou os homens “...às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus próprios corpos entre si” (Rm 1.24). Ainda diz mais: “... Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza...” (Rm 1.26,27). A linguagem bíblica é forte! Enquanto os seres humanos vão achando tudo normal e natural, Deus diz que homens e mulheres “mudaram o uso natural”, “deixaram o uso natural”, “cometendo torpeza”. O texto ainda diz que Deus os entregou a um sentimento perverso: “E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm” (Romanos 1:28).
Mas você pode me perguntar: “Por que Deus fez isso?”. Os versículos 21 e 22 respondem: “Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:21,22).
 Os homens não quiseram tomar conhecimento de Deus, deixando-o de lado e vivendo da forma que achavam melhor, tornaram-se loucos. Sendo assim, mostraram toda podridão que têm dentro de si. O homem sem Deus não tem limites, é louco!
O homem sem Deus não tem noção do quanto lhe desagrada, praticando tais atos ou consentindo com a sua prática. Mas a questão é que Deus continua reprovando o relacionamento homossexual, mas não deixa de amar os homossexuais. Ele continua amando todas as pessoas, mas condena essa e outras práticas. O que as pessoas dirão? Deus é homofóbico? Deus é preconceituoso? Deus é tapado? Deus é quadrado? Não vejo ninguém falando isso dEle. O Deus que condena o relacionamento homossexual é o mesmo que condena a homofobia e quer o bem de todos os homossexuais.
Nós, cristãos, devemos fazer a mesma coisa: condenar o pecado do relacionamento homossexual, mas amar os homossexuais, já que devemos amar a todos. Deus nos abençoe!

Wanderson Miranda de Almeida
www.wandersonmiranda.com